O maior São João do Brasil em Campina Grande, é uma festa reconhecida por sua identidade cultural marcada pelo regionalismo e as tradições nordestinas, desde a forma de se vestir, sua música e culinária, criando uma atmosfera ímpar, um sentimento de euforia e alegria que contagia a todos.
Mas nesse ano, a “bola fora” foram as quadrilhas, que deixaram sua raízes culturais e enredos baseados na vida do sertanejo, de lampião e Maria Bonita, para dar lugar ao “ativismo ideológico” da esquerda progressista global.
Eu estive lá, e fiquem surpreso quando vi uma quadrilha junina, todos bem vestidos, alegres, quando “do nada”, começaram a encenar uma peça teatral, como o mote, “ A terra é de quem planta”, até ai tudo bem, mas no desenrolar da trama, bandeiras vermelhas do MST, parecia uma “marcha” do PT, enfim, não tinha anarriê, alavantu, Lampião, muito menos Maria Bonita.
A cultura nordestina é muito maior do que qualquer pauta ideológica, mas o que se percebe cada dia mais é a ausência dos elementos que nos identificam como integrantes de um país lindo para dar lugar à gritaria ideológica que tenta impor uma suposta guerra entre classes sociais, segundo uma visão ultrapassada de socialismo cubano, separando brasileiros de brasileiros, enquanto isso, os que plantam essa ideia, e que vivem do acirramento e manutenção dessa narrativa e das massas, avançam recebendo milhões em suas Ongs e “movimentos sociais! Custeados pelo governo.
Por Helder Florêncio